Com a nova Ponte da Integração, a Receita Federal promete acelerar a economia na região fronteiriça.

Planejamento, tecnologia e reforço operacional da Receita Federal garantem controle aduaneiro seguro e eficiente desde o início das operações

A nova Ponte da Integração Brasil-Paraguai, inaugurada na sexta-feira passada (19/12), simboliza um novo marco na fronteira de Foz do Iguaçu.

Com planejamento prévio, reforço oportuno de pessoal, adoção de novas tecnologias e expansão da capacidade operacional, a Receita Federal assegura que o controle aduaneiro seja executado de forma segura, eficiente e organizada desde o momento em que é liberado para o tráfego.

A infraestrutura operacional da aduana brasileira na Ponte da Integração é moderna e completa. Conta com escaneamento de veículos, pista adicional de inspeção, salas de conferência, depósitos e áreas administrativas, assegurando uma atuação eficiente e alinhada às melhores práticas internacionais.

O efetivo da Receita Federal será ampliado de forma gradual, com previsão de alocação de cerca de 50 servidores, acompanhando o crescimento progressivo dos fluxos.

Início das operações com crescimento planejado

Na primeira etapa, após tratativas diplomáticas, o funcionamento da ponte será noturno, das 22h às 5h, com tráfego restrito a caminhões vazios, por um período de 30 dias. Depois, será ampliado o horário, das 19h às 7h, e autorizada a circulação de ônibus de turismo fretados.

A expectativa inicial é de que aproximadamente 300 caminhões vazios circulem por noite, com crescimento gradual e monitorado ao longo do tempo.

Menos filas, mais segurança e melhor experiência

A modernização dos controles aduaneiros traz impactos diretos para a população de Foz do Iguaçu. O uso de leitores automáticos de placas (OCR), identificação biométrica e reconhecimento facial contribui para a redução de filas, maior agilidade na travessia e aumento da segurança, com forte efeito para a redução de práticas ilícitas.

O controle aduaneiro também foi reforçado com gestão de riscos automatizado e uso de inteligência artificial, permitindo a análise de grandes volumes de dados, identificação de padrões suspeitos e priorização de inspeções.

Isso garante mais eficiência para quem cumpre a lei e mais rigor no combate ao contrabando e a outros crimes transfronteiriços. Atuação que fortalece a segurança das fronteiras e a ampliação da competitividade. Tudo isso impulsiona o desenvolvimento econômico. É bom para a sociedade. É bom para o País.

Foto: Ricardo Stuckert / PR

Agência Gov | Via RFB

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